


Tratamentos
A importância do
Check-Up
Oftalmológico


Realizar consultas regulares com um oftalmologista é fundamental para a saúde dos olhos e pode ajudar a prevenir ou diagnosticar precocemente diversas condições que afetam a visão. Um check-up oftalmológico vai muito além de apenas identificar a necessidade de óculos ou lentes de contato; ele avalia a saúde geral dos olhos e pode detectar sinais de doenças sistêmicas.

Por que fazer um check-up ocular?
1. Prevenção de doenças: Muitos problemas oculares, como glaucoma e degeneração macular, podem ser silenciosos nos estágios iniciais. A detecção precoce é essencial para evitar complicações.
2. Correção de problemas visuais: Condições como miopia, hipermetropia e astigmatismo podem ser corrigidas com óculos, lentes ou outros tratamentos.
3. Saúde geral: O exame oftalmológico pode revelar indícios de problemas de saúde, como diabetes, hipertensão arterial e até doenças autoimunes.
4. Qualidade de vida: Ver bem é essencial para atividades cotidianas, como leitura, direção e trabalho.



Com que frequência devo fazer um check-up?
Com que frequência devo fazer?
A frequência recomendada varia conforme a idade, histórico familiar e condições pré-existentes:
Crianças: Crianças de 6 a 12 meses podem ser submetidas a um exame oftalmológico completo. Depois aos 3 anos e antes de entrar na escola. Após isso, uma consulta anual.
Adultos (18-40 anos): A cada 1-2 anos, se não houver problemas visuais.
A partir dos 40 anos: Anualmente, devido ao risco aumentado de doenças relacionadas à idade, como glaucoma e catarata.
Pessoas com condições específicas (diabetes, histórico familiar de doenças oculares): Check-ups mais frequentes, conforme orientação médica.
O que esperar em uma consulta de rotina?
Histórico médico e visual: o médico irá perguntar sobre sintomas, uso de óculos ou lentes e histórico familiar.
Exames básicos: teste de acuidade visual/refração (para avaliar a qualidade da visão).
Aferição da pressão intraocular (importante para detectar glaucoma).
Avaliação da retina e nervo óptico.
Outros exames específicos: Podem ser solicitados conforme a necessidade, como mapeamento de retina ou campo visual.
Cuide da sua visão!
A visão é um dos sentidos mais importantes e merece atenção especial. Mesmo sem sintomas, consultas regulares são essenciais para garantir a saúde ocular e prevenir problemas futuros. Agende seu check-up oftalmológico e cuide do seu bem-estar!
Agende uma consultaOlho vermelho
Meu olho está vermelho, e agora?


O olho vermelho é um sinal que pode indicar uma série de problemas oculares, desde condições leves e temporárias até emergências graves. Conhecer as possíveis causas ajuda a decidir quando buscar atendimento médico, o que é essencial para evitar complicações, preservar a visão e melhorar o conforto.

Principais causas de olho vermelho

Conjuntivite
Inflamação da conjuntiva, a camada transparente que cobre a esclera (branco dos olhos). É uma das causas mais comuns de olho vermelho.
Principais Causas
Viral: Geralmente causada por adenovírus
e altamente contagiosa,
pode acompanhar sintomas de resfriado.
Bacteriana: Pode ser causada por diferentes bactérias e, geralmente, apresenta secreção amarelada ou esverdeada.
Alérgica: Causada por exposição a alérgenos (pólen, poeira, pelos de animais), geralmente afeta ambos os olhos e causa coceira intensa.
SINTOMAS
Olho vermelho, ardência e sensação de areia nos olhos, sensibilidade à luz, lacrimejamento e/ou secreção ocular. Na conjuntivite alérgica, pode haver quemose e coceira intensa.
Tratamento
Compressas frias, colírios lubrificantes e higiene ocular. Podem ser necessários colírios antibióticos ou antialérgicos.
Atenção: Se houver dor intensa, piora da visão ou sensibilidade à luz, busque reavaliação médica.
Agende uma consultaHordéolo / Blefarite
Inflamação das pálpebras, especialmente nas margens próximo aos cílios.

Principais Causas
Pode ser causada por infecções bacterianas, alergias ou condições como rosácea e dermatite seborréica.
SINTOMAS
Vermelhidão e inchaço nas bordas das pálpebras, sensação de ardência e coceira, formação de crostas ao redor dos cílios.
Tratamento
Higiene regular das pálpebras (lavar com soluções específicas), compressas mornas para aliviar a inflamação, e antibióticos tópicos nos casos bacterianos.
Atenção: Embora seja uma condição crônica e que raramente afeta a visão, o tratamento contínuo é necessário para evitar crises.
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HEMORRAGIA CONJUNTIVAL
Pequeno sangramento sob a conjuntiva, causando uma mancha vermelha intensa na região branca do olho.
Principais Causas
Pequenos traumas, pico de pressão arterial, esforços físicos (como tosse forte, espirros, levantar peso) ou uso de anticoagulantes.
SINTOMAS
Mancha vermelha bem delimitada, geralmente indolor e sem alteração na visão.
Tratamento
Não requer tratamento e costuma resolver sozinho em 1 a 2 semanas. Podem ser utilizados colírios lubrificantes para conforto.
Atenção: Busque orientação se a hemorragia for recorrente ou se estiver associada a outros sintomas como dor ou piora na visão.
Agende uma consultaUveíte
Inflamação da úvea, camada média do olho que inclui a íris, o corpo ciliar e a coroide.

Principais Causas
Pode estar associada a doenças autoimunes (como artrite reumatoide, espondilite anquilosante), infecções (tuberculose, toxoplasmose) ou ser idiopática (sem causa aparente).
SINTOMAS
Vermelhidão, dor intensa, fotofobia (sensibilidade à luz) e visão embaçada. Pode causar lesões permanentes se não tratada, já que a inflamação afeta estruturas internas do olho.
Tratamento
Colírios anti-inflamatórios (geralmente com corticoides) e, em alguns casos, imunossupressores. Antibióticos específicos nos casos infecciosos.
Atenção: É uma condição que requer diagnóstico e acompanhamento por um oftalmologista para evitar complicações.
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Outras causas menos comuns
de olho vermelho
Outras causas menos comuns
de olho vermelho
Outras causas menos comuns de olho vermelho

CERATITE
Inflamação da córnea, geralmente por infecção viral, bacteriana ou fúngica. Pode ocorrer em usuários de lentes de contato e causar dor intensa, sensibilidade à luz e visão embaçada.
Olho seco
Condição que reduz a lubrificação natural do olho, causando vermelhidão, desconforto e, às vezes, sensação de queimação. Lágrimas artificiais são geralmente indicadas.


Fechamento Angular Agudo
Causado por um aumento súbito da pressão intraocular. Faz sintomas como dor ocular intensa, vermelhidão, visão embaçada, halos ao redor das luzes e, às vezes, náusea e vômito. É uma emergência médica que exige intervenção imediata para evitar danos permanentes à visão.
Quando procurar ajuda médica?
Dor intensa ou perda de visão: podem indicar problemas graves como uveíte ou glaucoma.
Secreção amarelada, verde ou espessa: pode indicar uma conjuntivite bacteriana.
Fotofobia intensa ou halos ao redor das luzes: sinais de condições potencialmente graves, como glaucoma ou uveíte.
Persistência dos sintomas por mais de uma semana: especialmente se a vermelhidão não melhorar com cuidados iniciais.
O sintoma de olho vermelho deve sempre ser avaliado por um oftalmologista, já que algumas causas requerem tratamento urgente. Lembre-se que uma avaliação oftalmológica é essencial para identificar a causa e evitar complicações.
Agende uma consultaGlaucoma


O glaucoma é uma doença ocular crônica que pode causar danos progressivos ao nervo óptico e, se não for tratada, pode levar à perda permanente da visão. É uma das principais causas de cegueira no mundo, especialmente em pessoas com mais de 60 anos. O diagnóstico precoce e o controle adequado da pressão intraocular são essenciais para prevenir a progressão da doença.

Causas e fatores de risco
Idade avançada: o risco aumenta após os 60 anos.
Histórico familiar: o glaucoma tem um componente genético importante; pessoas com familiares que possuem a condição têm risco aumentado.
Pressão intraocular elevada: este é o principal fator de risco, embora o glaucoma possa ocorrer mesmo com pressão normal.
Ancestralidade: afrodescendentes e hispânicos têm maior risco de glaucoma de ângulo aberto; descendentes asiáticos têm maior risco de glaucoma de ângulo fechado.
Miopia ou hipermetropia: pessoas com miopia elevada têm mais risco de glaucoma de ângulo aberto; a hipermetropia está mais associada ao ângulo fechado.
Uso prolongado de medicamentos com corticoides: medicamentos com corticoides podem elevar a pressão intraocular.

Sintomas
Os sintomas variam conforme o tipo de glaucoma:
Glaucoma primário de ângulo aberto: geralmente é assintomático no início, e a perda de visão é tão lenta que muitas vezes passa despercebida. A perda de visão periférica é o principal sintoma, mas costuma surgir em estágios avançados.
Fechamento angular agudo: um tipo menos comum e mais grave. Pode causar dor intensa, visão embaçada e vermelhidão nos olhos. É uma emergência médica.
Glaucoma congênito: em bebês e crianças, os sintomas incluem olhos maiores do que o normal (buphtalmos), lacrimejamento excessivo, sensibilidade à luz (fotofobia) e vermelhidão.
Diagnóstico e Tratamento
O glaucoma é diagnosticado por um exame oftalmológico completo, que pode incluir: medidas da pressão intraocular, exame do nervo óptico, campimetria visual, paquimetria corneana, gonioscopia e OCT de glaucoma.
O tratamento do glaucoma visa reduzir a pressão intraocular e prevenir a progressão da doença. As principais opções incluem:
Medicamentos: colírios para controle da pressão intraocular são a primeira linha de tratamento.
Procedimentos a laser e cirurgia: as cirurgias são geralmente indicadas quando os colírios e o tratamento a laser não são suficientes para controlar a pressão ocular.
O glaucoma é uma condição séria que pode comprometer a visão se não for tratada, mas com diagnóstico precoce e controle da pressão ocular, é possível manter a qualidade de vida e preservar a visão. Exames oftalmológicos regulares são a chave para a detecção precoce, especialmente para pessoas com fatores de risco.
Agende uma consultaPterígio


O pterígio é uma condição ocular caracterizada pelo crescimento conjuntival sobre a esclera em direção à córnea. Esse crescimento pode variar em tamanho e, em alguns casos, pode avançar até a pupila, prejudicando a visão.

Causas e fatores de risco
O pterígio está associado principalmente à exposição prolongada a fatores ambientais, como:
Luz solar (radiação ultravioleta): a exposição frequente ao sol é o principal fator de risco
Vento e poeira: ambientes secos e ventosos podem agravar a condição.
Clima quente e seco: é mais comum em pessoas que vivem em regiões tropicais e equatoriais.

Sintomas
- Vermelhidão no olho
- Sensação de areia ou ardência
- Olhos secos
- Crescimento visível de tecido conjuntival na superfície do olho
- Em casos mais avançados, visão turva ou distorcida.
Prevenção e Tratamento
- Proteção contra o sol: use óculos de sol com proteção UV e chapéus de aba larga.
- Lubrificação ocular: o uso de lágrimas artificiais pode reduzir a irritação.
- Evitar irritantes: minimize a exposição a poeira, vento e fumaça.
O tratamento depende da gravidade da condição:
Casos leves: geralmente são tratados com lubrificantes oculares ou colírios anti-inflamatórios para aliviar os sintomas.
Casos avançados: se o pterígio afetar a visão ou causar desconforto significativo, pode ser necessário realizar uma cirurgia para removê-lo. Após a cirurgia, o uso de medicamentos e cuidados com o olho são essenciais para prevenir recorrências.
Se você notar um crescimento anormal no olho ou apresentar os sintomas descritos, marque uma consulta. O diagnóstico e o tratamento precoces podem evitar complicações e preservar sua visão.
Agende uma consultaCeratocone


O ceratocone é uma doença que afeta a córnea, principal lente ocular localizada na parte frontal do olho, causando seu afinamento e a mudança na sua curvatura para um formato cônico. Essa deformidade na córnea faz com que a visão fique distorcida e desfocada.

Causas e fatores de risco
O ceratocone geralmente aparece na infância, adolescência ou no início da vida adulta e pode progredir até a estabilização, normalmente por volta dos 40 anos. Os fatores de risco, que podem ocasionar o desenvolvimento do ceratocone são:
- Histórico familiar
- Esfregar os olhos de forma excessiva, especialmente se houver alergia ocular
- Condições como síndrome de Down ou outras doenças genéticas.

Sintomas
Os principais sintomas do ceratocone incluem:
- Visão embaçada ou distorcida
- Sensibilidade à luz e ofuscamento
- Necessidade frequente de trocar os óculos
- Visão de “halos” ao redor das luzes.
Prevenção e Cuidados
Embora o ceratocone não tenha cura, a doença pode ser controlada e estabilizada, especialmente se diagnosticada precocemente. Pessoas com ceratocone devem evitar esfregar os olhos e fazer consultas regulares ao oftalmologista para monitorar a progressão.
Agende uma consultaTratamento
O tratamento do ceratocone varia de acordo com a gravidade da doença e pode incluir:
Óculos ou lentes de contato: nos casos iniciais, óculos ou lentes de contato rígidas/esclerais podem ajudar a corrigir a visão.
Cross-linking corneano: procedimento que fortalece a córnea para estabilizar a doença e evitar a progressão.
Implantes de anéis intracorneanos: pequenos anéis são implantados na córnea para ajudar a corrigir sua forma e melhorar a visão.
Transplante de córnea: em casos graves, pode ser necessária a substituição da córnea danificada por uma córnea saudável.
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